quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Marcão vê Avatar

Pretendo fazer outros posts como esse no futuro (mas isso não é uma promessa).
Trata-se de uma opinião pessoal sobre determinado assunto que eu gostaria de dividir com todos os 14 visitantes que entram no blog todos os dias (aliás, muito obrigado!).

Pra começar vou falar de Avatar (assisti ele esses dias), o ultimo "arrasa-quarteirão-muito-barulho-por-nada" do Cameron . Nada contra o cara, só que pra mim o primeiro Alien ainda é o melhor, True Lies ainda me causa nauseas e Titanic ... bem, deixa pra lá. Também não digo que acho tudo um desastre, O Segredo do Abismo é fantástico e Exterminador do Futuro 2 ainda é incrível. Mas sinceramente, acho que boa parte da bilheteria de seus filmes começam "antes" mesmo do inicio das filmagens, com todo o escândalo que costumam fazer em cima do
filme ainda na pré-produção.

Avatar não fugiu a regra, com aquela história da câmera especial, da impossibilidade de fazê-lo na época que foi escrito por falta de tecnologia e bla bla bla. Ninguém pode dizer que ele não é bom de marketing, hype ele sabe fazer.

Eu tinha um amigo imaginário que costumava dizer que existem quatro tipos de filmes, os perfeitos, os muito bons, os muito bons e o resto.
Os perfeitos são particulares de cada um, cada pessoa tem o seu filme perfeito que guarda no coração independente do que diga a crítica "especializada".

Os muito bons e os muito bons (achou que eu tinha digitado errado né?) são diferenciados pela posição do "mas". Existem aqueles que dizemos: "não é perfeito, mas é muito bom" e tem aqueles que dizemos "é muito bom, mas tem defeitos". Viu como o "mas" muda tudo (ou não). Tá, eu fiz isso só pra chamar a atenção, é a mesma coisa que bom e médio mesmo.

E o resto é simplesmente aqueles que nem valem uma alugada.

Avatar, para mim é um dos tipos "muito bom", chamá-lo de maior épico do cinema como muitos chamam é exagero, nem épico acho que seja, pois o filme todo me deixou com uma sensação de déjà-vu, bem diferente da vontade de bater palmas ao final de O Retorno do Rei por exemplo.

Vamos a um breve resumo do filme como eu o vi (cuidado pode haver spoilers):
O personagem principal começa desacreditado pela maioria das pessoas ao redor, até que num momento revela-se que ele é uma espécie de escolhido com a missão de trazer a paz ao mundo. Para isso ele inicia um treinamento duro para aprender a sobreviver em um lugar hostil e perigoso, lugar este que ele precisa se conectar a uma máquina para poder "entrar". Na parte final do filme ele começa a acreditar que de fato pode ser este "escolhido" e então começa sua batalha contra a tirania.

O que há de errado com essa pequena "sinopse"?
Nada. A não ser o fato de eu estar usando-a para me referir a Avatar, quando ela é na verdade de Matrix.
Por isso eu não achei Avatar essa "coisa toda" que pintam, pra mim ele não passa de um Matrix na selva.


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